O início da Corrida Nuclear (ou Corrida Armamentista) tem suas bases históricas na segunda guerra mundial. Deter o Comunismo foi o principal objetivo da segunda grande guerra, de um lado a Alemanha e sua política expansionista e revanchista, aliou-se ao Japão que já travava conflito com a China Comunista e a União Soviética.
A Alemanha Nazista embora travasse conflito com outras nações capitaistas como a França e o Reino Unido visava principalmente destruir a União Soviética. O seu aliado Japão também tinha o mesmo objetivo, tanto que já em 1936, o governo japonês assinou com a Alemanha o Pacto Anti-Komintern (anticomunista) com o objetivo de combater o comunismo soviético. Sendo que se atentarmos para a data veremos segunda guerra oficialmente teve início somente em 1939. Os Japoneses até então recebiam apoio dos Estados Unidos da América, porém a ambição expansionista japonesa cometeu algumas atitudes que desagradaram os EUA.
Por volta de 1940, o Japão já havia ocupado vários territórios no Pacífico, e tentava agora aumentar a sua influência no Sudoeste Asiático, invadindo, em Junho de 1941, a Indochina. O governo dos Estados Unidos da América, indignado, impõe sanções econômicas ao Japão. Como represália, a 7 de Dezembro de 1941, a aviação japonesa ataca Pearl Harbor, a maior base norte-americana do Pacífico. Em apenas duas horas, os pilotos japoneses conseguiram inutilizar todos os navios ancorados no porto, cinco navios de guerra e destruir ou afundar outras quinze embarcações.
A partir deste momento os EUA entram oficialmente na Segunda Guerra Mundial.
Paradoxalmente os EUA são obrigados a aliar-se a União Soviética, algo em termos de ideologia política, inimaginável. Essa aliança lançou as bases da Guerra fria e bipolarização ideológica do planeta. Por trás desta aliança se escondia a idéia tradicional de que cabe aos vencedores de qualquer guerra o direito de controlar os territórios conquistados aos perdedores, anexando-os ou estabelecendo neles governos de sua confiança.
Hitler alimentava a esperança de que as contradições internas entre os aliados, especialmente a perspectiva de ocupação da Europa Oriental pelos soviéticos, levasse os anglo-americanos a firmarem uma paz em separado com a Alemanha. Afinal, como ele disse aos seus generais: "Jamais houve, em toda a história, uma coalizão composta por parceiros tão heterogêneos quanto essa de nossos inimigos. Estados ultra-capitalistas de um lado e um estado marxista do outro"
Porém isto não aconteceu, a União Soviética conseguiu um revés incrível contra os Nazistas expulsando-os de seu território. Embora Hitler tivesse razão os EUA tinham outros planos, os norte americanos temiam que a Alemanha realmente tivesse desenvolvido a Bomba Atômica, e ao mesmo tempo desenvolviam a sua própria Bomba pensando já em uma nova fase da guerra que viria após a derrota Alemã imposta pela União Soviética. Mesmo após a derrota dos Alemães os Americanos fizeram o uso da Bomba. Assim como os nazistas os norte americanos também pretendiam combater o comunismo soviético, porém primeiro precisavam apoderar-se e todo o conhecimento nuclear desenvolvido pelos cientistas alemães antes que os soviéticos o fizessem - para isso foi cria a Also - e também precisavam derrotar seu novo inimigo colonialista o Japão.
O revés Soviético sobre a Alemanha mostrou a incrível capacidade do exército Soviético (Chamado de exército Vermelho). Somente uma grande arma de destruição poderia intimidar os comunistas. As perspectivas norte-americanas eram bastante animadoras: previa-se que aquele novo tipo de bomba seria a arma mais arrasadora de todos os tempos, com um poder de destruição incomparavelmente maior que o das armas convencionais. E isso daria aos Estados Unidos uma superioridade militar absoluta entre todas as nações do mundo. No entanto, ainda não se sabia se o modelo então em desenvolvimento de fato funcionaria e, se o fizesse, com que potência. Foi dito ao presidente que os cientistas que participavam do projeto secreto estavam fazendo tudo para preparar, tão rapidamente quanto possível, um teste experimental decisivo. Se de fato a arma funcionasse, os Estados Unidos seriam a única superpotência: teriam não só um formidável recurso militar, mas também um poderoso elemento de pressão política. Que país ousaria afrontar diretamente os interesses norte-americanos, sob a ameaça implícita de ser atacado por bombas como aquela? Era exatamente o que os EUA precisavam para ir à conferência dos Três nações vencedoras da guerra e fazer prevalecer suas posições. A bomba era o argumento decisivo para levar União Soviética a retroceder em suas pretensões de controlar novos territórios, limitando a experiência socialista à União Soviética.Como até então o Japão embora visivelmente derrotado relutava e oficialmente não se rendia ao julgo norte-americano, foram eleitos para cobaias para a demonstração do incrível poder de destruição conquistado pela nação norte-americana. Foram então detonadas as Bombas Atômicas sobre Hiroshima e Nagazáqui. Contudo para os Norte-americanos a maior surpresa tinha sido o fracasso de sua tentativa de intimidar soviéticos com o uso da bomba atômica. Em vez de se tornar mais manejável - termo usado pelo secretário de Estado dos EUA, James Byrnes, para prever o recuo dossoviéticos -, estes persistiam obstinadamente em suas posições e reivindicações. Havia muito tempo que o serviço soviético de espionagem estava informando sobre a existência e o desenvolvimento do Projeto Manhattam. Os soviéticos já tinham até iniciado seu próprio projeto nuclear, coisa de que os EUA nem sequer suspeitavam. Temos aqui o início a chamada Guerra Fria também chamada de Guerra Nuclear, Corrida Armamentista ou Corrida Nuclear.
O revés Soviético sobre a Alemanha mostrou a incrível capacidade do exército Soviético (Chamado de exército Vermelho). Somente uma grande arma de destruição poderia intimidar os comunistas. As perspectivas norte-americanas eram bastante animadoras: previa-se que aquele novo tipo de bomba seria a arma mais arrasadora de todos os tempos, com um poder de destruição incomparavelmente maior que o das armas convencionais. E isso daria aos Estados Unidos uma superioridade militar absoluta entre todas as nações do mundo. No entanto, ainda não se sabia se o modelo então em desenvolvimento de fato funcionaria e, se o fizesse, com que potência. Foi dito ao presidente que os cientistas que participavam do projeto secreto estavam fazendo tudo para preparar, tão rapidamente quanto possível, um teste experimental decisivo. Se de fato a arma funcionasse, os Estados Unidos seriam a única superpotência: teriam não só um formidável recurso militar, mas também um poderoso elemento de pressão política. Que país ousaria afrontar diretamente os interesses norte-americanos, sob a ameaça implícita de ser atacado por bombas como aquela? Era exatamente o que os EUA precisavam para ir à conferência dos Três nações vencedoras da guerra e fazer prevalecer suas posições. A bomba era o argumento decisivo para levar União Soviética a retroceder em suas pretensões de controlar novos territórios, limitando a experiência socialista à União Soviética.Como até então o Japão embora visivelmente derrotado relutava e oficialmente não se rendia ao julgo norte-americano, foram eleitos para cobaias para a demonstração do incrível poder de destruição conquistado pela nação norte-americana. Foram então detonadas as Bombas Atômicas sobre Hiroshima e Nagazáqui. Contudo para os Norte-americanos a maior surpresa tinha sido o fracasso de sua tentativa de intimidar soviéticos com o uso da bomba atômica. Em vez de se tornar mais manejável - termo usado pelo secretário de Estado dos EUA, James Byrnes, para prever o recuo dossoviéticos -, estes persistiam obstinadamente em suas posições e reivindicações. Havia muito tempo que o serviço soviético de espionagem estava informando sobre a existência e o desenvolvimento do Projeto Manhattam. Os soviéticos já tinham até iniciado seu próprio projeto nuclear, coisa de que os EUA nem sequer suspeitavam. Temos aqui o início a chamada Guerra Fria também chamada de Guerra Nuclear, Corrida Armamentista ou Corrida Nuclear.
Veremos nos próximos posts o Projeto Manhatan - o projeto Norte-americano que desenvolveu a Bomba Atômica. Também veremos as consequências da Explosão da Bomba Nuclear em Hiroshima e Nagazáqui. E além disso o desenvolvimento das Bombas Atômicas Soviéticas.
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